E como estamos em período de crise, deixo-vos aqui um link de tralhas baratinhas: livros, revistas, acessórios bebés etc.
http://tralhabaratinha.blogspot.com/
Divulgem por favor!!!
Um blog para partilhar informações, dicas e outros pensamentos que podem ser úteis a qualquer dona de casa.
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Crise - tralhas baratinhas
Divórcio amigável ou litigioso
Em caso de divórcio por mútuo consentimento, pode fazer a partilha, os registos e pagar os impostos numa conservatória do registo civil. Sem acordo, a mediação familiar é a alternativa.Divórcio por mútuo consentimento
Para iniciar o processo, os cônjuges têm de apresentar um requerimento assinado onde declaram a vontade de se divorciarem. Devem ainda de entregar os seguintes documentos:
•relação de bens comuns e respetivos valores (divórcio sem partilha) ou acordo sobre a partilha (divórcio com partilha);
•acordo sobre pensão de alimentos a pagar ao ex-cônjuge ou declaração de que esta não será paga;
•acordo sobre o destino da casa de morada da família;
•acordo relativo às responsabilidades parentais quando há filhos menores e sem regulação judicial;
•certidão da escritura de convenção antenupcial e da sentença judicial que regulou o poder paternal dos filhos menores.
Se os ex-cônjuges quiserem, os documentos da relação dos bens, da prestação de alimentos e do destino da casa podem ser elaborados pela conservatória. Também pode descarregar as minutas-tipo e preenchê-las. Já não é preciso apresentar a certidão do registo de casamento. A conservatória obtém-na na base de dados do registo civil.
Estas formalidades estão concentradas no balcão dos divórcios e partilhas em conservatórias do registo civil. Assim, o casal não tem de se deslocar ao notário para tratar da partilha dos bens imóveis por escritura pública, à repartição de finanças para pagar impostos e às conservatórias do registo predial da localização dos bens para os registar. Pode fazê-lo em qualquer conservatória, independentemente do seu local de residência.
Depois de receber o requerimento de divórcio, o conservador convoca os cônjuges para uma conferência em que confirma se a intenção de divórcio se mantém e aprecia os acordos. Caso esteja tudo em ordem, é decretado e registado o divórcio.
Quando há filhos menores, é apresentado um acordo para o exercício do poder paternal. O processo é enviado ao Ministério Público, que tem 30 dias para se pronunciar. Se considerar que o acordo não salvaguarda os interesses dos menores, o casal tem de o alterar seguindo as pretensões do Ministério Público. Também pode propor um novo acordo, mas será alvo de nova apreciação. Caso considere que este favorece o interesse dos filhos, os cônjuges são convocados para a conferência de divórcio. Se não aceitarem as alterações do Ministério Público e mantiverem a intenção de se divorciarem, a regulação do poder paternal será resolvida em tribunal.
Para se concretizar a partilha dos bens comuns, estes têm de estar registados em nome dos cônjuges. Não podem, por exemplo, estar no dos seus pais ou avós. O acordo é homologado pela decisão que decreta o divórcio e a partilha realizada na mesma data da conferência de divórcio. Se houver filhos menores, só é feita depois de obtido o parecer favorável do Ministério Público quanto às responsabilidades parentais, tal como ocorre com a conferência que decreta o divórcio.
O serviço da conservatória lê e explica o conteúdo da partilha. Pagam-se os impostos e outros encargos, como o registo da transmissão dos bens. Por fim, os ex-cônjuges recebem uma certidão gratuita dos registos e os comprovativos dos pagamentos.
Se um dos ex-cônjuges recorrer ao crédito para pagar tornas, a partilha não segue este procedimento. Antes, tem de pedir o empréstimo.
O processo por mútuo consentimento custa 250 euros. Se houver partilha dos bens, o valor sobe para 550 euros. Por cada bem além do quinto, acrescem € 25 por cada registo adicional de bem imóvel e € 20 por bem móvel.
Medição familiar em 6 questões
Num divórcio por mútuo consentimento, é preciso o acordo sobre a regulação do poder paternal, prestação de pensão de alimentos ao outro cônjuge ou destino da casa da família. Se o casal não estiver de acordo quanto a um destes assuntos, pode recorrer à mediação familiar. É uma alternativa ao tribunal, mais rápida e informal.
1.Como funciona?
A mediação é voluntária e confidencial. É conduzida por um mediador que tenta aproximar as partes e chegar a um acordo que ponha fim ao conflito. Para isso, são realizadas reuniões individuais com cada parte e uma sessão conjunta de pré-mediação e reuniões de mediação. Atingido o acordo, marca-se uma reunião final para a sua assinatura.
2.Que conflitos podem ser mediados?
Esta via começou por estar limitada a casos de regulação, alteração e incumprimento do exercício do poder paternal. Mais tarde, o seu âmbito foi alargado a:
> divórcio ou separação de pessoas e bens (e eventual conversão da separação em divórcio);
> reconciliação de cônjuges separados;
> atribuição e alteração de pensões de alimentos;
> privação ou autorização do direito ao uso dos apelidos do outro cônjuge;
> autorização do uso da casa de morada da família.
3.Onde está disponível?
O sistema funciona em todo o País. Qualquer cidadão pode recorrer a este serviço, independentemente do local onde resida. Pode realizar-se em qualquer sítio com condições, disponibilizado por uma entidade pública ou privada ou pelas partes em conflito. Cabe ao Gabinete para a Resolução Alternativa de Litígios receber os pedidos, encaminhá-los para os mediadores e decidir onde se realizam as sessões.
4.Quanto custa?
Cada cônjuge paga € 50 pela utilização do sistema, excepto se beneficiar de apoio judiciário.
5.Quanto tempo dura?
Não há prazo definido, dependendo da rapidez com que o casal chega a acordo. Em média, demora entre 1 e 3 meses.
6.Como pedir?
Ligue para 808 262 000 ou escreva para o Serviço de Mediação Familiar.
Divórcio sem consentimento
O chamado divórcio litigioso foi substituído pelo divórcio sem consentimento de um dos cônjuges. Para fundamentar o pedido, é preciso que se verifique uma das seguintes circunstâncias:
•casal estar separado de facto há, pelo menos, um ano;
•alteração das capacidades mentais do cônjuge há mais de um ano e esse facto comprometer a vida em comum;
•cônjuge estar ausente, sem dar notícias, há, pelo menos, um ano;
•factos que, independentemente da culpa de algum dos cônjuges, demonstrem que há uma rutura definitiva do casamento.
Neste processo, terá de haver sempre uma tentativa de conciliação dos cônjuges e se esta não resultar, o juiz deve procurar obter o acordo dos cônjuges para o divórcio por mútuo consentimento (tudo na mesma conferência).
Impostos com a venda da casa ao ex-cônjuge
Os casais que se divorciam, muitas vezes, vendem o imóvel comprado em conjunto a terceiros. Se um dos ex-cônjuges quiser conservá-lo, compra ao outro a sua quota-parte.
Se vendeu ao seu ex-cônjuge a sua parte da casa comprada em compropriedade, saiba se terá de pagar imposto pelas mais-valias obtidas. Os ganhos da venda de uma casa podem não ser tributados se esse valor for reinvestido numa outra habitação própria e permanente. Caso não reinvista a mais-valia, metade do montante apurado será englobado aos seus rendimentos de IRS.
Para saber qual o montante que o fisco vai englobar, utilize o nosso simulador.
Fonte: http://www.deco.proteste.pt/familia-e-vida-privada/divorcio-amigavel-ou-litigioso-s624531.htm
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Onde estão as oportunidades de emprego em 2012?
January 10, 2012 by Inovação & Marketing
Apesar da crise, o mercado vai continuar a contratar, embora em menor número, acreditam os especialistas em recrutamento.
Não há razão para excesso de pessimismos, porque as empresas portuguesas continuarão a recrutar em 2012. Umas mais do que outras, provavelmente menos que em 2011, mas o mercado não se vai trancar a sete chaves. As oportunidades existirão, é preciso é procurá-las no lugar certo e com as competências que o mercado procura no currículo. Quem o garante são os especialistas em recrutamento consultados pelo Diário Económico.
“Apesar da situação económica e financeira que o país atravessa, não há razões para as empresas maiores, sobretudo as que têm uma relação internacional, deixarem de recrutar. Do nosso conhecimento, não temos expectativa que não recrutem, sobretudo a nível de ‘trainees’ (estagiários). Não me parece que, em termos gerais, deva existir pessimismo”, afirma Luís Reis, administrador delegado do Hay Group em Portugal.
Para Luís Reis, o não recrutamento significaria “um compromisso negativo relativamente ao futuro, porque as empresas não fariam a adequada renovação de quadros”. Até porque têm uma perspectiva de longo e não só de curto prazo. “Recrutarão, com certeza, e nos diversos sectores. Poderá é a quantidade não ser tão elevada, mas não deixarão de recrutar”, sublinha o responsável do Hay Group.
O sector em destaque que, certamente, continuará a contratar é o das Tecnologias de Informação (TI). Como diz Ana Teixeira , ‘country manager’ da MRI Network Portugal, “as TI estão na crista da onda. É um sector que está sempre a mexer e o recrutamento é uma constante. Acredito que continuarão a recrutar em 2012″.
Além das TI, também a saúde é apontada como uma área de futuro e, por isso, com potencial para contratar. “É um sector que continua a necessitar de profissionais de saúde e não só”, também de outro tipo de profissionais, diz Luís Reis. Toda a gente sabe que há falta de médicos, mas as necessidades de recrutamento na saúde não se ficam por aí. O envelhecimento da população, por exemplo, leva à necessidade de mais profissionais para cuidados de saúde com a terceira idade.
No entanto, mais do que de sectores, Luís Reis prefere fazer a divisão entre grandes e pequenas e médias empresas. No caso das PME, o caso é mais complicado e aí defende que tudo “depende se se dedicam só ao mercado interno ou se têm uma componente exportadora. No mercado interno, a quebra do PIB fará com que não haja crescimento do negócio”. Logo, contratar será mais difícil.
O sector da construção civil, por exemplo, que está a passar por grandes dificuldades, só terá condições de contratar se a empresa actuar fora de Portugal, acrescenta o responsável do Hay Group.
Também o sector farmacêutico não deverá estar muito aberto a novas contratações. “A aposta nos genéricos e as novas regras e contenção dos custos do Estado na área da saúde estão a esmagar as margens das farmacêuticas. É um sector que está a passar por um momento difícil”, frisa Ana Teixeira.
Aproveitar a crise para renovar os quadros
Luís Reis ressalva, por outro lado, que em 2012 se assistirá a um fenómeno que é “o do recrutamento para compensar a saída de colaboradores com ‘low performance’, ou seja, algumas empresas aproveitarão a crise para fazer sair essas pessoas com uma performance menos boa, mas que será compensada com a entrada de novos quadros”.
Para Álvaro Fernández, ‘managing director’ da Michael Page Portugal, as oportunidades de encontrar uma saída profissional estão nos nichos de mercado, “que continuam a apresentar bons resultados e a desenvolver processos de recrutamento para reforçar as suas estruturas”. E dá dois exemplos: os sectores do retalho de luxo e seguros, que “continuam a contratar para as suas equipas técnicos de suporte ao negócio e estruturas comerciais segmentadas por canal”.
Como vê, as oportunidades existem. Vá à procura delas!
Sectores que vão contratar em 2012
1 – TI – O sector das Tecnologias de Informaçãoserá um dos grandes responsáveis pelo recrutamento em 2012, diz Ana Teixeira. “As TI’s estão sempre a mexer e a recrutar. Precisam sempre de novos recursos. É um mercado que está na crista da onda. Tudo o que fazemos no dia-a-dia tem a tecnologia por trás”, sublinha a ‘country manager’ da MRI Network Portugal. Luís Reis, administrador delegado em Portugal do Hay Group, concorda que é de esperar que o sector tecnológico “continue a precisar de pessoas”. As TI são, sem dúvida, um dos sectores a apostar.
2 – Saúde“Apesar da crise, o sector da saúde continua a necessitar de profissionais de saúde e não só”, defende Luís Reis, administrador delegado em Portugal do Hay Group. É uma das áreas de maior futuro em Portugal e, consequentemente, que vai necessitar de recrutar, não só médicos, mas profissionais vários. É um sector que precisa de pessoas para responder à procura e lidar com o envelhecimento da população. Os cuidados de saúde com a terceira idade são uma das áreas em crescimento, assim como as tecnologias ligadas à saúde.
3 – Nichos de mercado“Há nichos de mercado que continuam a apresentar bons resultados e a desenvolver processos de recrutamento para reforçar as suas estruturas”, defende Álvaro Fernández, ‘managing director’ da Michael Page Portugal. Os exemplos que escolhe são os sectores do retalho de luxo e seguros, que, “continuam a contratar para as suas equipas técnicos de suporte ao negócio e estruturas comerciais segmentadas por canal”. Os nichos são, assim, uma aposta a ter em conta por quem quer ter uma oportunidade no mercado de trabalho.
O que procura o mercado
- Gestor de exportação e director de mercados internacionais nos sectores alimentar, vinícola, industrial e têxtil;
- Funções de marketing online e ‘e-commerce’;
- Directores financeiros, ‘controllers’ financeiros e de crédito e cobranças, analistas de risco e chefes de contabilidade;
- Corporate Tax, Direito Laboral, Fiscal e Contencioso
- Funções de ‘medical scientific liaison’ e de ‘market access’ na indústria farmacêutica.
Fonte: Económico
Apesar da crise, o mercado vai continuar a contratar, embora em menor número, acreditam os especialistas em recrutamento.
Não há razão para excesso de pessimismos, porque as empresas portuguesas continuarão a recrutar em 2012. Umas mais do que outras, provavelmente menos que em 2011, mas o mercado não se vai trancar a sete chaves. As oportunidades existirão, é preciso é procurá-las no lugar certo e com as competências que o mercado procura no currículo. Quem o garante são os especialistas em recrutamento consultados pelo Diário Económico.
“Apesar da situação económica e financeira que o país atravessa, não há razões para as empresas maiores, sobretudo as que têm uma relação internacional, deixarem de recrutar. Do nosso conhecimento, não temos expectativa que não recrutem, sobretudo a nível de ‘trainees’ (estagiários). Não me parece que, em termos gerais, deva existir pessimismo”, afirma Luís Reis, administrador delegado do Hay Group em Portugal.
Para Luís Reis, o não recrutamento significaria “um compromisso negativo relativamente ao futuro, porque as empresas não fariam a adequada renovação de quadros”. Até porque têm uma perspectiva de longo e não só de curto prazo. “Recrutarão, com certeza, e nos diversos sectores. Poderá é a quantidade não ser tão elevada, mas não deixarão de recrutar”, sublinha o responsável do Hay Group.
O sector em destaque que, certamente, continuará a contratar é o das Tecnologias de Informação (TI). Como diz Ana Teixeira , ‘country manager’ da MRI Network Portugal, “as TI estão na crista da onda. É um sector que está sempre a mexer e o recrutamento é uma constante. Acredito que continuarão a recrutar em 2012″.
Além das TI, também a saúde é apontada como uma área de futuro e, por isso, com potencial para contratar. “É um sector que continua a necessitar de profissionais de saúde e não só”, também de outro tipo de profissionais, diz Luís Reis. Toda a gente sabe que há falta de médicos, mas as necessidades de recrutamento na saúde não se ficam por aí. O envelhecimento da população, por exemplo, leva à necessidade de mais profissionais para cuidados de saúde com a terceira idade.
No entanto, mais do que de sectores, Luís Reis prefere fazer a divisão entre grandes e pequenas e médias empresas. No caso das PME, o caso é mais complicado e aí defende que tudo “depende se se dedicam só ao mercado interno ou se têm uma componente exportadora. No mercado interno, a quebra do PIB fará com que não haja crescimento do negócio”. Logo, contratar será mais difícil.
O sector da construção civil, por exemplo, que está a passar por grandes dificuldades, só terá condições de contratar se a empresa actuar fora de Portugal, acrescenta o responsável do Hay Group.
Também o sector farmacêutico não deverá estar muito aberto a novas contratações. “A aposta nos genéricos e as novas regras e contenção dos custos do Estado na área da saúde estão a esmagar as margens das farmacêuticas. É um sector que está a passar por um momento difícil”, frisa Ana Teixeira.
Aproveitar a crise para renovar os quadros
Luís Reis ressalva, por outro lado, que em 2012 se assistirá a um fenómeno que é “o do recrutamento para compensar a saída de colaboradores com ‘low performance’, ou seja, algumas empresas aproveitarão a crise para fazer sair essas pessoas com uma performance menos boa, mas que será compensada com a entrada de novos quadros”.
Para Álvaro Fernández, ‘managing director’ da Michael Page Portugal, as oportunidades de encontrar uma saída profissional estão nos nichos de mercado, “que continuam a apresentar bons resultados e a desenvolver processos de recrutamento para reforçar as suas estruturas”. E dá dois exemplos: os sectores do retalho de luxo e seguros, que “continuam a contratar para as suas equipas técnicos de suporte ao negócio e estruturas comerciais segmentadas por canal”.
Como vê, as oportunidades existem. Vá à procura delas!
Sectores que vão contratar em 2012
1 – TI – O sector das Tecnologias de Informaçãoserá um dos grandes responsáveis pelo recrutamento em 2012, diz Ana Teixeira. “As TI’s estão sempre a mexer e a recrutar. Precisam sempre de novos recursos. É um mercado que está na crista da onda. Tudo o que fazemos no dia-a-dia tem a tecnologia por trás”, sublinha a ‘country manager’ da MRI Network Portugal. Luís Reis, administrador delegado em Portugal do Hay Group, concorda que é de esperar que o sector tecnológico “continue a precisar de pessoas”. As TI são, sem dúvida, um dos sectores a apostar.
2 – Saúde“Apesar da crise, o sector da saúde continua a necessitar de profissionais de saúde e não só”, defende Luís Reis, administrador delegado em Portugal do Hay Group. É uma das áreas de maior futuro em Portugal e, consequentemente, que vai necessitar de recrutar, não só médicos, mas profissionais vários. É um sector que precisa de pessoas para responder à procura e lidar com o envelhecimento da população. Os cuidados de saúde com a terceira idade são uma das áreas em crescimento, assim como as tecnologias ligadas à saúde.
3 – Nichos de mercado“Há nichos de mercado que continuam a apresentar bons resultados e a desenvolver processos de recrutamento para reforçar as suas estruturas”, defende Álvaro Fernández, ‘managing director’ da Michael Page Portugal. Os exemplos que escolhe são os sectores do retalho de luxo e seguros, que, “continuam a contratar para as suas equipas técnicos de suporte ao negócio e estruturas comerciais segmentadas por canal”. Os nichos são, assim, uma aposta a ter em conta por quem quer ter uma oportunidade no mercado de trabalho.
O que procura o mercado
- Gestor de exportação e director de mercados internacionais nos sectores alimentar, vinícola, industrial e têxtil;
- Funções de marketing online e ‘e-commerce’;
- Directores financeiros, ‘controllers’ financeiros e de crédito e cobranças, analistas de risco e chefes de contabilidade;
- Corporate Tax, Direito Laboral, Fiscal e Contencioso
- Funções de ‘medical scientific liaison’ e de ‘market access’ na indústria farmacêutica.
Fonte: Económico
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Portuguesa Salutem cria maior comprimido do Mundo para emagrecer
6 de Janeiro de 2012 às 12:22:44 por Rita GonçalvesA marca portuguesa Salutem lançou o maior comprimido do Mundo para emagrecer: as galetes pré-refeição que se apresentam em embalagens de 130g.
De milho ou trigo, as galetes nutritivas tem elevado poder saciante, pelo que o consumo antes da refeição ajuda a controlar o apetite.
O paladar e o número reduzido de calorias fazem da nova aposta da Salutem um “substituto do pão”. Tem 0% de colesterol, 0% de açúcares adicionados, baixo teor de gorduras saturadas e 23kcal por galete.
A marca sugere a ingestão de 2 a 3 galetes antes das refeições ou quando a forme apertar fora dos horários das refeições.
Fonte: hipersuper.pt
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sábado, 7 de janeiro de 2012
Ensine os mais novos a poupar
Em época de crise todas as ajudas são bem-vindas para poupar dinheiro. A DECO alerta que crianças e jovens devem ser incentivados a gerir bem o dinheiro.2012 vai ser um ano de crise e poupar é palavra de ordem. Numa altura em que as famílias procuram cortar em todas as despesas, os mais novos também devem ser ensinados a gerir o dinheiro.
"Ensinar as crianças a lidar com o dinheiro é cada vez mais importante, para que elas saibam usá-lo, saibam o valor de o ganhar, de poupar e também de doar e partilhar", diz Fernanda Santos da DECO .
A responsável pela campanha de literacia financeira destinada aos mais novos deixa alguns conselhos aos pais. Um mealheiro, não apenas destinado à poupança, uma semanada, não pedir a restituição do dinheiro e empréstimos em caso de falência são algumas das dicas.
Site ajuda a educar
A DECO criou um site onde as crianças podem aprender a gerir o dinheiro sem cometer excessos. Dividido em duas áreas, uma dos 6 aos 12 anos e outra a partir dos 12, o Gerir e Poupar pretende combater a iliteracia financeira.
No site, os mais novos aprendem o que é o dinheiro, como o podem gerir e para que serve com a ajuda do Guito, uma personagem criada pela associação. Na parte dos mais crescidos, já se fala de formas de ganhar dinheiro, de crédito, investimento e empreendorismo.
http://www.gerirepoupar.com/
A Revista Time também deixa alguns conselhos aos pais
- Faça um cartão de crédito consigo e com o seu filho como titulares. É uma boa maneira de ajudar os mais pequenos a usar o crédito de uma forma responsável. Além disso, se eles abusarem nalguma compra os pais também recebem a fatura.
- Autorize o seu filho a usar o seu cartão de crédito. É uma boa forma de lhe dar confiança, no entanto é você que paga as contas.
- Deixe-o gerir um cartão de débito. Isso dá a noção de como o dinheiro se gasta sem contrair crédito.
Fonte: Expresso
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Apresentada primeira escola de Sushi no país
A apresentação do curso tem início marcado para as 18h30 no Hotel Altis, em Lisboa. Os formandos terão acesso a um estágio remunerado e vão estar na primeira linha para a aquisição das licenças dos espaços Everything About Sushi, que surgirão ao longo do ano em território nacional.
O Master Sushi Cook & Manage tem a duração de três meses, incluindo formação intensiva e estágio, coordenados por Paulo Morais.
Fonte: diMezzi by mindscope
Briefing
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
As mulheres e o trabalho...

A foto da eurodeputada italiana Licia Ronzulli com a filha recém-nascida ao colo durante uma sessão plenária no Parlamento Europeu em Estrasburgo (à esquerda), em outubro de 2010, percorreu o mundo e foi vista como um protesto pelos direitos das mulheres com dificuldade em conciliar a vida laboral e familiar. Em dezembro de 2011, a bebé Vittoria voltou ao plenário de Estrasburgo (à direita). Um local só para crescidos.
Fonte: Sapo
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